quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ethiopia Reads




Uma Biblioteca sobre rodas
A Rainha Helena é a líder dos burros bibliotecários de Awassa, na Etiópia. Foi ela quem, já no final de 2005, encabeçou o cortejo inaugural desta iniciativa da Ethiopia Reads, saudado efusivamente pela população local.
A Ethiopia Reads foi criada por Yohannes Gebregeorgis, um etíope residente nos EUA, com o objectivo de promover o desenvolvimento da Etiópia através da leitura.Acreditando, pela sua própria experiência pessoal, que os livros e o conhecimento podem dar esperança e mudar vidas, Yohannes e os seus colaboradores criaram a primeira biblioteca pública infantil da Etiópia em 2003, na capital, Adis Abeba.
A Biblioteca Móvel de Burro surgiu mais tarde, para servir as crianças das zonas rurais perto de Awassa, a capital agrícola do país. Os burros são um dos animais mais importantes na vida da população etíope, como meio de transporte, embora nem sempre sejam tratados cuidadosamente.
Associados a um projecto destes, querido pelas populações, são também dignificados e acarinhados. Com os seus enfeites vistosos, a Rainha Helena e os ajudantes puxam pequenas carroças onde estão expostos os livros - muitos deles editados também por iniciativa da Ethiopia Reads, quer em inglês, quer nas línguas faladas no país e com ambientes e histórias locais. E
Estas bibliotecas são, para muitas das crianças, a única forma que têm de praticar a leitura fora dos livros de escola. Outros países africanos têm sistemas de bibliotecas itinerantes similares.

(notícia retirada de http://www.sapo.pt/)




Fico feliz por ver esperança nos olhos das crianças, através de um livro.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Incentivo à leitura

A importância da leitura...






Trabalhano numa biblioteca como eu trabalho, sinto diarimente que é preciso pôr mãos à obra porque temos muito para fazer...

Ideias não faltam, mas tem de se acreditar!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Aldeia

Gostaria de vos propor uma visita a um site que encontrei por acaso mas, que tem um excelente conteúdo.


domingo, 28 de dezembro de 2008

Deolinda

A música portuguesa a provar o seu talento!

"Clandestino"

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A estrela que queria conhecer a terra






Conta-se que há muitos anos, uma jovem estrela, resolveu ir à terra para conhecer o mundo dos homens.
Para isso teve de pedir autorização à estrela de todas as estrelas, o sol.
- Gostava muito de conhecer o planeta terra, os homens e tudo o que fazem lá.
- Mas acho que ainda é muito cedo, estrela. És muito nova para ir a esse planeta. Porque não vais antes visitar Vénus ou Júpiter? – Perguntou o sol.
- Não, eu quero mesmo é ir à terra. Quero perceber porque razão é um mundo tão poluído. Não vês? Existe uma enorme nuvem de fumo, preciso de saber. – Insistiu a estrela.

O sol não queria, porque sabia que a estrela se ia arrepender, mas não pôde recusar, era um sonho muito grande que aquela jovem estrela tinha.

- Pois então dou-te um dia para visitares a terra, ouviste? Apenas um dia. Não quero que voltes poluída para o universo.
- VIVA!!! Eu sabia que não ias recusar. Obrigado...

E lá foi a jovem estrela para um mundo totalmente desconhecido.
Vestiu-se tal como os homens, umas calças, uma camisola, um chapéu e uns óculos para que não pudessem ver o seu brilho.
Durante a sua descida até à terra, pensava no que queria ver, o que queria conhecer, com quem queria brincar e conversar.
Sabia que não ia ser fácil porque ninguém a conhecia, mas pensava na simpatia que os homens têm. Mas, ao chegar à terra, começou logo a tossir sem conseguir parar e percebeu que não era como tinha sonhado.

- Meu deus, como é que conseguem viver assim?

Por fim começou a sua caminhada pela terra.
Lá viu a correria em que andavam as pessoas que quase nem se falavam.
Viu os carros, as motos, os comboios e os aviões a um a velocidade que nem no universo é possível.
Viu fábricas a cuspirem fumo, formando enormes nuvens cinzentas, assim entendeu porque é que lá de cima via aquelas nuvens que pareciam estar sempre a chover.
As crianças, essas tão ocupadas com a televisão nem olhavam para o lado.
A estrelinha ainda quis brincar, mas nenhuma criança olhava, todas preferiam ficar sentadas.
Mas o que mais a impressionou, foi o país que visitou em que atiravam bombas uns aos outros, destruindo casas e matando milhares de pessoas.
Perguntava de si para si: PORQUÊ?, com uma lágrima a cair.
Sem se poder conter mais, a jovem estrela regressou de imediato ao universo e escondeu-se a chorar e a pensar em tudo o que tinha visto.
O rei do universo, o sol, ia a passar quando ouviu soluços e foi espreitar. Ao ver a jovem estrelinha perguntou admirado:

- Então já aqui estás? Vieste mais cedo. Estás a chorar porquê?
- Sol, nunca mais lá quero voltar. Os homens são muito estranhos, não se falam, olham para o chão como se tivessem medo de ver, há muita poluição e pior matam-se uns aos outros, até mesmo crianças, sem lógica nenhuma! Porquê sol? Explica-me.

O sol ao ver toda a aflição da estrela explicou:

- Querida estrela, tu ainda és muito jovem é natural que não entendas a vida dos homens, a maior parte das crianças que lá vivem também não entendem.
Isso acontece porque os homens são muito ambiciosos, querem tudo para eles. Aquele mundo precisa que alguém distribua amor para alguns e castigos para os que são egoístas, ambiciosos e inimigos. É por isso que eu não queria que fosses à terra...
- Desculpa sol, mas eu tinha de ver e conhecer aquele fantástico mundo, tão destruído. Prometo que nunca mais lá volto. Prefiro viver aqui junto de todas as estrelas porque elas são amigas e simpáticas, e tu sol, reinas com toda a justiça, mantendo a paz no universo... Quem sabe um dia não vás à terra e consigas unir todos os homens...
- Quem sabe... – Respondeu o sol à estrela já adormecida.
Mas mesmo já a adormecer, abriu um olho e perguntou ao sol:
- O que são aqueles quadrados para onde as crianças olham horas sem fim…
- São televisões. Lá podem ver o que acontece no mundo inteiro e podem também divertir-se com desenhos animados muito engraçados, embora alguns um pouco violentos…
- Quis brincar com elas mas nem olharam para mim, fiquei muito triste.
- Pois é, a televisão por vezes faz com que as crianças se esqueçam dos amigos. Mas agora dorme estrela, estás muito cansada.

- Boa noite Sol, a Lua já aí está a chegar.
E, ao colo do sol, sonhou com uma vida melhor para a terra e para as crianças que nela habitam.
Enfim, sonhou com tudo aquilo que todos nós gostaríamos de ter no nosso planeta:

AMOR – PAZ – CARINHO

Goreti Meca

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Natal


O Natal comercial começou!

Onde está aquele natal em que as crianças estavam ansiosas que as famílias se juntassem para fazer doces maravilhosos e, onde se conversava tudo o que durante o ano se passava?

Onde está aquele natal em que as crianças viviam ansiosas por ver se o Pai Natal colocava alguma prenda no sapatinho, ou uma simples boneca ou chocolate?

Hoje tudo é diferente. As crianças, já não precisam de ficar ansiosas porque, a maioria sabe que terá aquilo que quer, sem ter de se esforçar muito.

Claro está que, existem alguns que infelizmente, (ou talvez não), não são presenteados com todos aqueles brinquedos que apenas servem para alimentar a sua ganância e individualidade.


Mas enfim, os tempos são outros e, confesso que ainda não me habituei a isso.

Penso que ainda é possível viver num mundo em que as meninas brincam às bonecas e os rapazes aos carrinhos ou então às escondidas.


Confesso que, tenho saudades desses tempos embora saiba, que a evolução faz parte do mundo e devemos acompanhá-la. É o que tento fazer...


Assim sendo, desejo um Feliz Natal a todos e peço que ajudem a transportar esta época para os outros dias do ano. De certeza que seríamos muito mais felizes.

sábado, 15 de novembro de 2008

Rob Gonsalves

Rob Gonsalves É um pintor canadiano de realismo mágico. Nasceu em Toronto, Canadá, em 1959. Influenciado por Dalí pretende juntar numa só imagem a realidade e a imaginação.
A arte surrealista deslumbra-me e, de facto, este artista, cria imagens fantásticas, apreciadas por todo o mundo.