quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Não quero guerra



Não quero guerra,
Nem tão pouco gosto de revoluções
Mas também não quero fingimento.
Deus quando concebeu o homem,
Não foi com esta vontade certamente...

Imbecis...
São uns imbecis...
Procuram nos outros
Aquilo que eles próprios não têm.
Sorriem por fingimento,
Falam por conveniência
Actuam para seu próprio proveito.

BASTA!!!

Não quero este mundo,
Não gosto desta vida,
As revoluções existem
Porque há alguém a querer tirar
O que é de toda a gente.


Só me resta,
Lutar
Mas não luto com as mãos
Não gosto de sangue,
Luto com o coração
E uso as palavras
Para lhe dar voz...

Um dia isto muda,
Muda,
Meu Deus,
Acreditem.

Por isso,
Perdoai-lhes senhor
Porque eles não sabem o que fazem...

1 comentário:

Ana Patudos disse...

A força das palavras é profunda e verdadeira, eu sei, que tu sabes, que eu sei...
O nosso sentir , não cabe em espaços pequenos, porque o coração é grande.
A verdade doi a muita gente, e como doi e magoa, fingem a todos os momentos, passam por cima, espetam facas, mas a alma dessas pessoas vai ficando cada vez mais negra, e passa a ser uma viagem sem regresso.A partir daí, as perdas passam a acontecer sem saberem de onde vêm ou o que significa.
Olhem para dentro, olhem para si, para o seu EU interior e façam qualquer coisa de positivo, esse é o "grito de guerra" que têm de emitir, nada mais.
Há tanto a fazer minha amiga e nós sabemos isso e a palavra mágica está em "amar incondicionalmente" todo o SER criado por Deus.
O caminho a seguir é esse, mas o Homem tem sempre o poder da escolha, ou livre arbítrio.
Abraço de coração e fica bem
Ana Paula